quarta-feira, 22 de março de 2017

Ela gostava de levantar os pés no carro – Será melhor que você deixe de fazer isso

quarta-feira, 22 de março de 2017

Bethany Benson, uma estudante universitária de 22 anos de idade, acaba de viver uma experiência que nunca imaginou ser possível.
Ela e seu namorado estavam indo para casa. Era de noite e os dois haviam visitado a mãe de Bethany, que morava cerca de 8 horas de distância.
Bethany estava cansada e resolveu reclinar o seu assento, levantar os pés e colocá-los sobre o painel frontal do carro e dormir um pouco.
Isso é algo muito comum, muito provavelmente todos nós fizemos isso alguma vez, e é algo que não deveria ser arriscado, certo?
Mas neste dia, dois veículos na frente do carro do casal se envolveu em um acidente com uma moto, e um dos carros teve que frear bruscamente.
O namorado de Bethany não conseguiu frear a tempo e bateram na traseira do carro da frente. O airbag se soltou com força a 320 Kmph, lançando as pernas de Bethany para trás com violência, seus joelhos bateram nos olhos, quebrando sua órbita ocular, ossos da bochecha e nariz. Ela deslocou a mandíbula e perdeu o baço.
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O namorado dela levou 100 pontos de sutura, mas Bethany foi quem ficou pior.
O airbag, destinado a salvar a sua vida em um caso de acidente, lhe causaram um dano permanente, pois ela estava com os pés na frente. Os pés ficaram esmagados e quebrados. Agora, Bethay usa dois números menores de sapato e deverá usar sapatos ortopédicos sob medida pelo resto de sua vida.
Sua visão e audição também foram afetados de maneira permanente, e não tem lembrança alguma do acidente. Ela sofreu uma hemorragia cerebral que a deixou com as capacidades mentais de uma menina de 13 anos de idade.
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Bethany agora vive com sua mãe, e ambas se tornaram grandes defensoras do cinto de segurança e os airbags. Juntas esperam difundir a história de Bethany e evitar que outras pessoas vivam esta mesma terrível experiência. Elas se comprometeram com a prevenção deste tipo de acidentes no futuro, querem advertir sobre o perigo de colocar os pés nob o painel frontal do carro e nao usar o cinto de segurança.

'Mistura de decepção com raiva', diz marido de mulher morta e acorrentada por idoso


Web designer César Augusto Lopes evita saber detalhes sobre o que aconteceu com sua mulher, Simone de Moura Facini Lopes, de 31 anos, que foi assassinada e acorrentada seminua à cama em uma chácara de São José do Rio Preto (SP), no último dia 12. Ele diz que prefere se poupar, mas soube por familiares que Francisco Lopes Ferreira, de 64 anos, confessou o crime.
Lopes conta que a mulher levava comida para o suspeito todos os dias na hora do almoço e, às vezes, ia à noite também. "Ela ia fazer a alfabetização, o estudo bíblico, e fazia com amor. De vez em quando, eu a via pegar o caderninho corrigir os estudos dele e organizar para o próximo dia. A gente não consegue imaginar como um ser humano pode fazer esta atrocidade que ele fez com minha esposa, que só fez o bem para ele", afirma.
A reconstituição do crime deve ser feita na próxima semana. Os dois homens que moravam na chácara estão presos suspeitos de terem cometido o crime. Francisco Lopes Ferreira, de 64 anos, foi preso na segunda-feira (20) ao sair de uma mata, onde ficou escondido por 10 dias. O outro suspeito, Juvenal Pereira dos Santos, de 47 anos, foi preso cinco dias após o crime perto da chácara onde morava e onde o crime aconteceu. Os dois já cumpriram pena juntos por estupro.
O marido de Simone conta como era a rotina da mulher e afirma que eles nunca imaginaram que o idoso tivesse passagem pela polícia. "Em momento algum minha esposa sentiu medo, ele passou o Natal na casa da minha sogra, então, ele me enganou, enganou minha sogra, meu sogro. Ele enganou muita gente. Uma vez uma vizinha veio me dizer que seria perigoso ela ir lá sozinha porque havia dois homens. Então, eu a chamei para conversar e pedi para ela parar de ir, mas ela disse que quando ia o outro rapaz não ficava lá, que eu não precisava me preocupar."
Confiança
Lopes afirma que uma vez Simone levou Francisco à casa deles e o idoso lhe disse para confiar nele.
O marido de Simone conta como era a rotina da mulher e afirma que eles nunca imaginaram que o idoso tivesse passagem pela polícia. "Em momento algum minha esposa sentiu medo, ele passou o Natal na casa da minha sogra, então, ele me enganou, enganou minha sogra, meu sogro. Ele enganou muita gente. Uma vez uma vizinha veio me dizer que seria perigoso ela ir lá sozinha porque havia dois homens. Então, eu a chamei para conversar e pedi para ela parar de ir, mas ela disse que quando ia o outro rapaz não ficava lá, que eu não precisava me preocupar."
"Eu achava que ele era uma pessoa simples, criada na roça, sem maldade no coração. Ele me disse: 'César você pode ficar tranquilo eu amo a Simone como se fosse minha filha'. Ela o ajudava tanto, que não senti que seria um mal para ela. Se eu tivesse uma faísca de imaginação de que ele faria mal a ela, não teria deixado, mas infelizmente a gente foi realmente enganado por este senhor", lamenta.
Outra situação lembrada pelo marido foi a de a mulher ter se esforçado para comprar uma dentadura para Francisco. "Me lembro que ela falou para mim: ‘Mor, o seu Francisco, na verdade ela o chamava de irmão, fica chupando o alimento e não mastiga porque não tem dente. Vamos comprar uma dentadura para ele?' Eu disse que não tínhamos condições, porque custava R$ 500, mas ela me convenceu. Me dizia que tínhamos que ajudar as pessoas. 'Vamos fazer o bem, Deus vai abençoar a gente', falava. Sem dizer as muitas coisas que fazíamos para ele. Ele ia em casa, ela cortava a unha dele, então a gente fica indignado, porque ela só fazia o bem para ele", diz.
O web designer lembra que a mulher o considerava como um avô.
"Minha esposa o amava como se fosse um avô, era como se fosse um vozinho que ela estava ajudando, uma pessoa que ela acreditava estar levando para Deus, uma estrelinha que ela estava ganhando no céu, porque na nossa religião quando a gente leva uma pessoa para Deus ganhamos uma estrelinha no céu, na nossa coroa celestial."
Segundo ele, Simone estava entusiasmada porque estava ganhando a primeira estrelinha dela, porque ele dizia que ia ser batizado na igreja. "Ele chegou a ir à igreja com ela e outros irmãos para limpar. Ela acreditava que ele estava se encaminhando para Deus. É difícil porque a gente sentia o amor dentro do coração dela."
O marido conta que a relação entre ele e a mulher era de muita confiança, por isso nunca a acompanhou até a chácara. "Sou caseiro, não sou de sair, a gente já fez trabalhos missionários juntos, mas esse trabalho em especial ela fazia sozinha. Uma vizinha apresentou o Francisco para a Simone e ela achou a necessidade em ajudá-lo. Nossa relação era de muita confiança e ela tinha essa liberdade, amava essa liberdade."
Lopes diz que teve uma vez em que Simone fez um aniversário para o idoso e o convidou para ir à chácara. "Eu tinha que desenvolver um trabalho e não fui, mas foi meu filho, ela, um vizinho e algumas outras pessoas. Inclusive, foi o dia em que ele usou a dentadura pela primeira vez", fala.
O dia do crime
No domingo (12), dia do crime, o marido diz que a mulher acordou cedo, foi ao mercado e saiu por volta das 11h. "Ela saiu, mas nem me falou. Perguntei para o nosso filho se ela havia dito para onde ia e ele disse que ela falou que ia na casa do irmão (Francisco) para fazer um bolo. Falei tá bom. Fiquei trabalhando e meu filho no videogame. Não me preocupei porque era normal ela sair e de lá ir na casa da mãe ou na da vizinha e depois ir à igreja. Enfim, pensei que ela estivesse ido pronta para ir para a igreja."
Ele conta que a preocupação ficou maior quando deu o horário dela voltar da igreja e não voltou "Quando deu 21h20 e não chegou, chamei meu filho e fomos à chácara, chamamos e nada. Voltamos para casa e nada. Liguei para a minha sogra e ela já ficou desesperada. Quando perguntei e disse que ela tinha saído cedo, minha sogra já começou a gritar e falar: ‘mataram minha filha’, mas nunca imaginei. A mãe dela disse que a Simone não ficaria tanto tempo sem dar notícias. Voltamos à chácara e mostrei para a mãe dela que estava tudo escuro e ela não estaria ali. Então, fui à igreja. Perguntei da Simone e disseram que ela não havia ido lá. Já ficamos todos preocupados e voltei para casa. Vi um rapaz perto da chácara e confesso que tive um pouquinho de esperança em achá-la e quando perguntei por ela, ele falou: ‘a sua esposa está deitada na cama ensanguentada, já chamei a polícia’. Quando ele falou isso eu já comecei a passar a mal", lembra.

O marido ainda está inconformado com o caso. "Minha vida sem a Simone está sendo de uma tristeza muito grande por saber que não posso ter o carinho dela, que não posso mais abraçar nem falar com ela. Ela não vai ver nosso filho crescer, é choro em cima de choro, ninguém se conforma. O desespero da minha sogra, de todos os familiares. Não me conformo até agora, é uma tristeza muita grande. É muito triste saber que não temos a pessoa que amamos do lado. Minha força é meu filho."
Lopes afirma que se ficasse frente a frente com Francisco só gostaria de saber o motivo do crime. "Eu queria entender o porquê ele fez isso, como ele teve a capacidade de fazer isso? Queria entender como ele teve essa capacidade? Deve ser um monstro, nem sei o que falar. É difícil, é a coisa mais difícil do mundo. Será que ele não sentiu um remorso? Como que pode? Ela comprou pomada para as feridas da perna dele. Como pode? Uma pessoa que só fez o bem para ele"
Entenda o caso
A vítima frequentava a chácara, onde foi encontrada morta e acorrentada à cama, há cerca de seis meses. Segundo a família, Simone ensinava o homem de 64 anos a ler e a escrever. No domingo (12), dia em que foi morta, daria aula de ensino religioso para ele.

Sua esposa queria o divórcio. Então, seu marido voltou para casa sem nariz e mãos. O que ela decidiu depois realmente me surpreendeu!


Beck Weathers é um homem de 70 anos de Dallas, no Texas. Se o seu nome soa familiar, é porque ele era parte de um grupo que escalou o Monte Everest em 1996. Foi uma das expedições mais trágicas na história do alpinismo, e o que Beck experimentou naquele pico mudou sua vida para sempre. 
Beck Weathers era um especialista de patologia anatômica. Ele ganhava muito bem e levava uma vida relativamente feliz com sua esposa, Peach, e seus filhos.
Mas desde que tinha 20 anos, Beck sofria com depressão. Sua necessidade de ficar sozinho frequentemente o levava a abandonar sua família por curtos períodos. Esse comportamento era bem difícil para eles, especialmente para sua esposa. Durante anos, ela tolerou isso, esperando que um dia seu marido melhorasse e parasse de lhe dar as costas.
Quando Beck anunciou que queria escalar os sete maiores picos do mundo, sua esposa não tentou ficar em seu caminho. Poucos meses depois, ele estava indo para o Monte Everest.
Em maio de 1996, aos 50 anos, Beck começou a subir a maior montanha do mundo. 
Beck e sua equipe de montanhistas fizeram um progresso lento em direção ao topo da montanha. Ao chegarem a altitudes maiores, o efeito da privação de oxigênio começou a aparecer, e o frio era quase insuportável. 
Porém, finalmente, eles chegaram ao topo. Tinha sido difícil, mas eles tinham conseguido.
Beck sentiu uma felicidade que nunca tinha experimentado na vida. O céu estava limpo, e ele podia passar um tempo simplesmente olhando sobre o mundo e aproveitando a vista de tirar o fôlego. 
Mas, de repente, o céu escureceu. Era o pior pesadelo de qualquer alpinista: uma tempestade estava chegando rapidamente, e eles logo ficariam presos na montanha. Era 10 de maio de 1996, um dia que entraria para a história como a data de uma das piores tragédias na história do alpinismo.
Ao ver a tempestade chegar, Beck sabia que estava prestes a enfrentar o maior desafio de sua vida. 
A equipe de alpinistas começou a descer o mais depressa possível, mas a tempestade chegou rapidamente, e eles logo ficaram presos, sem conseguirem ir mais além. Eles se abrigaram em um cume rochoso e tentaram esperar pelo fim da tempestade. Alguns membros da equipe com força suficiente continuaram a descer até o acampamento-base para tentar encontrar ajuda, mas os outros permaneceram a noite toda na montanha, sofrendo para sobreviver ao vento brutal e às temperaturas congelantes.
Quando outros membros da expedição chegaram ao local no dia seguinte, eles examinaram a situação e foram forçados a tomar uma decisão muito difícil. Os alpinistas que tinham conseguido sobreviver durante a noite agora estavam muito congelados e fracos para descerem por conta própria e teriam que ser carregados.
Mas simplesmente não havia pessoas fisicamente aptas para carregar todas elas. Eles não tinham escolha a não ser ajudar os alpinistas que eles acreditavam ter as maiores chances de sobrevivência. Beck descreveu a situação assim: "Apesar de ainda estarmos respirando, nós parecíamos estar quase mortos, e eles pensaram que nós não sobreviveríamos à viagem de volta. Eles decidiram nos deixar morrer. Foi como uma coisa médica que acontece durante guerras, um tipo clássico de seleção sobre circunstâncias assim."
Beck entrou em um coma hipotérmico que durou 22 horas. Quando acordou, ele pôde ver o corpo de Yasuko Namba, outro membro da sua equipe. Então, ele teve uma visão de sua esposa e filhos, e foi essa visão que lhe deu forças para se levantar e começar a longa jornada montanha abaixo.
Nesse ponto, suas mãos e nariz estavam pretos de tão congelados. Ele sabia que suas chances de sobreviver eram pequenas, mas estava determinado a pelo menos conseguir voltar e dizer adeus à sua família antes de morrer.
Beck deixou todo seu equipamento para trás e simplesmente começou a andar. Como que por um milagre, ele chegou ao acampamento na altitude de 8 mil metros. Lá, a equipe não conseguia acreditar em seus olhos ao verem o homem se aproximando como se estivesse sem ar. Ele já tinha sido dado por morto duas vezes e não tinha comido ou bebido nada por três dias. Beck caiu às margens do acampamento e foi carregado para dentro de uma tenda. Quando eles viram sua condição, os outros alpinistas estavam certos de que ele não sobreviveria por muito tempo.
Mas ele sobreviveu durante a noite e mais muitas horas depois. Vendo que ele não desistiria de sua vida tão facilmente, os outros conseguiram carregá-lo até uma altitude mais baixa, onde ele foi buscado por um helicóptero. Beck recebeu os devidos tratamentos médicos e pouco depois já conseguia se sentar e andar.
E apesar do que teve que passar, ele estava surpreendentemente otimista: "Eu não consigo explicar, mas parecia que meu corpo tinha lidado com a hipotermia e eu me senti quase que rejuvenescido após a injeção de dexametasona. Eu até conseguia me levantar e colocar meus sapatos."
Quando Beck finalmente conseguiu andar de novo, ele se lembrou de sair de sua tenda e ser alvo de olhares incrédulos. As pessoas simplesmente não conseguiam acreditar que alguém pudesse sobreviver ao que ele tinha passado. Mas Beck ainda estava vivo e não conseguia segurar sua felicidade. Ele até começou a cantar e brincou: "Eles me disseram que esta expedição poderia me custar um braço ou uma perna. Eles não poderiam estar mais certos!"
Enquanto isso, sua esposa estava completamente devastada. Ela já tinha sido informada que seu marido tinha sido deixado na montanha e pensou que o tinha perdido para sempre. 
Peach sempre teve a sensação de que estava criando seus filhos sozinha. Beck estava constantemente ausente em uma aventura ou outra, e ela não sabia se poderia aguentar mais isso. O estresse de ter que lidar com a constante busca de seu marido por novos desafios tinha lentamente devorado seu amor por ele. Pouco antes de Back ter saído para o Everest, Peach tinha tomado uma decisão difícil: ela queria o divórcio. 
Mas a experiência de Beck no Everest tinha sido uma revelação para ele. Ele conseguia claramente ver que sua depressão o tinha feito virar as costas para sua família repetidamente e tudo que ele queria agora era estar com eles e nunca mais deixá-los. "Quando eu sai para escalar o Everest, eu senti que estava cumprindo meu papel de marido... mas eu estava completamente enganado. Eu nunca deixei que minha família soubesse que eu estava lá para eles. O que aconteceu lá em cima me fez reavaliar e reexaminar minha vida e como eu realmente queria viver", disse Beck. 
Quando Peach recebeu as notícias de que seu marido não tinha morrido no final das contas, ela ficou emocionada. Pensar em sua morte tinha feito com que ela repensasse sua decisão sobre o divórcio e, quando Beck chegou em casa, ela podia sentir que algo tinha mudado nele. E não eram apenas as cicatrizes e ferimentos: era algo dentro dele.
Ela sabia que estava disposta a lhe dar uma segunda chance.
Mas o casal ainda tinha que lidar com muita coisa. A recuperação de Beck requeria a amputação de uma perna e de suas mãos. 
Graças à técnicas cirúrgicas muito avançadas, a mão esquerda de Beck foi transformada em um anexo que permitia-lhe segurar e agarrar coisas.  
O congelamento também tinha levado o nariz de Beck, mas os médicos conseguiram reconstrui-lo com enxertos de pele
Apesar de tudo, Beck ainda se considera uma das pessoas mais sortudas do mundo. Ele tinha reaprendido a amar a vida e isso significava passar todos os minutos possíveis com sua família querida. A nuvem negra que pairava sobre o casamento tinha ido embora e os planos de divórcio eram agora uma memória distante. 
Até hoje, os médicos não conseguem explicar como alguém sobreviveu nas condições em que Beck foi exposto. Mas ele sabe que foi o amor eterno por sua família que permitiu que ele sobrevivesse naquela montanha hostil.
Foi uma experiência que o aproximou de seus entes queridos e o deu forças para ver a vida sob uma nova perspectiva. Beck pode ter perdido algumas partes de seu corpo, mas ganhou muito mais. E essa não é prova suficiente de que o amor pode realmente mover montanhas? 


5 permissões que você deve dar a si mesmo quando é maltratado por alguém


Quando alguém nos trata mal temos três opções: reagir com inteligência, deixar-nos ser afetados, ou reagir com agressividade. Além disso, há algumas permissões que devemos dar a nós mesmos.
Não é fácil lidar com estas situações de alta intensidade emocional nas quais se ativam áreas muito concretas de nosso cérebro.
Quando nos tratam de forma pouco respeitosa ou até ameaçadora, no momento tomam o controle as áreas como o córtex pré-frontal, a amígdala, o córtex cingulado anterior e a ínsula.
Estas regiões se relacionam com o instinto de sobrevivência e são as que, com frequência, nos fazem reagir com agressividade ou com um comportamento de escape.
Vale a pena gerir estas situações usando a inteligência emocional. Deste modo, quem nos controla não será o medo e nem a raiva.
Propomos dar a si mesmo 5 permissões valiosas com as quais reagir da forma mais adequada quando alguém nos trata mal. Estamos certos de que elas poderão ser de grande ajuda.

5 permissões que vale a pena dar a si mesmo

1. Me dou permissão para lembrar quem sou e o que valho

Quando alguém nos trata mal, o faz cruzando os limites do que é permitido. Vulnera nossa autoestima através do desprezo, das palavras agressivas, da humilhação e até do engano.
  • Quando atravessamos estas situações nos sentimos agredidos, porque atacam aquilo que foi tão difícil construir: nossa autoestima e nossa integridade pessoal.
  • Se alguém diz que “você não serve para nada”, a última coisa que devemos fazer é ficar irritados e tomados pela cólera.
O primeiro passo é não tomar como uma realidade as opiniões alheias. É preciso lembrar com calma que valemos para muitas coisas: tudo que nos propusermos a fazer.
O que alguém diz sobre nós não nos define. Assim, vale a pena racionalizar um pouco estas agressões mantendo o equilíbrio.

2. Me dou permissão para impor limites à sua agressão

Visualize a seguinte imagem: ao seu redor flutua um círculo dourado como se fosse uma boia. É o que permite que você não se afogue em todos os seus entornos: na família, no trabalho, etc.
  • É seu apoio, a força cotidiana com a qual você abre caminho. No entanto, um belo dia aparece alguém que se aproxima demais.
  • Pelas suas costas, a pessoa traz uma agulha afiada que, quase como traição, direciona para a sua boia, a fura e tira o ar.
  • Depois disso, você nota como começa a afundar.
  • Não deixe que isso aconteça: você tem todo o direito de impedir que isso ocorra, de se defender, impor limites entre o que você permite e o que não permite.
É um princípio de saúde mental: se algo ou alguém o incomoda, reaja. Dê a si mesmo as permissões necessárias e não deixe que se aproximem tanto a ponto de machucá-lo.

3. Me dou permissão para falar com assertividade

Quando alguém nos trata mal, as emoções tomam o controle para nos fazer reagir com temor ou com raiva.
Estas duas vertentes controlam por completo nossa área racional para nos impedir de falar com valentia e acerto.
Em primeiro lugar, é preciso manter a calma. Somente assim poderemos falar com assertividade.
Imagine um palácio, uma sala branca com janelas abertas por onde entra uma luz serena. Entre e respire. Nada do que digam ou façam os demais deve fazer com que você esqueça o que vale e quem é.
Uma vez que você perceba que está calmo, fale. Agir com assertividade significa ser capaz de falar com respeito, mas com firmeza, deixando claro o que permitimos e o que não.
Fala sem medo, defenda-se.

4. Eu me dou permissão para deixar de lado quem me trata mal

Quem o trata mal não merece o seu tempo e nem as suas preocupações. Há pessoas especialistas em criar problemas, em espalhar seu mau humor e seu desprezo a quem menos os merecem.
  • Somos conscientes de que, em algumas ocasiões, quem nos trata mal são as pessoas mais próximas de nós: companheiros de trabalho, família, e até nosso parceiro(a).
  • Outra regra essencial de saúde mental é lembrar que quem o trata mal não o respeita, não tem empatia e nem sintoniza com suas emoções.
  • Viver cada dia neste tipo de dinâmica tão tensa quanto destrutiva não é adequado.
  • É necessário refletir sobre isso e tomar uma decisão: dizer com clareza que não podemos permitir estes comportamentos e avisar que, se isso continuar, você irá se distanciar.
Sua saúde emocional deve vir em primeiro lugar.

5. Eu me dou permissão para curar a ferida e ser ainda mais forte

Quem mais nos faz mal nestas situações são as pessoas que temos mais perto de nosso coração. Um parceiro, um irmão, uma mãe, um pai…
Quando alguém que é significativo para nós cruza o limite do permitido e respeitável, são muitas as coisas que “se rompem” em nosso interior.
  • Às vezes não basta impor distância. A marca da decepção está lá e precisamos curá-la.
  • Dê tempo a si mesmo. Você precisa de momentos para você nos quais pode fazer aquilo que mais o alivia: passear, escrever, pintar, viajar, ficar com os amigos.
É possível encontrar consolo e refúgio em muitas coisas, mas o melhor modo de curar feridas é nos rodearmos de pessoas que nos amam de verdade e que, por sua vez, merecem ser amadas.
Assim como há pessoas capazes de trazer tristezas e dias cinza, há aquelas que nos reiniciam. Dê a si mesmo estas permissões e procure-as.


Após descobrir infidelidade, mulher vende todos os pertences do ex-namorado...



Uma mulher traída encontrou a melhor maneira de se vingar do ex-namorado. Após o término da relação, ela vendeu todos os pertences do rapaz no último domingo (19) em sua casa em South Yarra, cidade de Melbourne, na Austrália. 
Uma placa amarela que dizia “Ex-namorado foi pego traindo. Tudo deve ir embora” convidava a todos para comprar os itens deixados pelo ex. A estudante universitária decidiu vender os itens deixados pelo ex quando descobriu a infidelidade. “Não foi um término amigável, foi bem ruim, então, pensei em tirar algo bom disso”, afirmou a jovem ao “7 News”....

Além dos itens do ex-namorado, como roupas, sapatos, videogames, filmes, livros e equipamentos de ginástica, a garota também decidiu se desfazer de alguns pertences pessoais, como sapatos de salto e bolsas. O plano da garota é pegar todo dinheiro arrecadado na venda dos itens para fazer uma viagem para fora do país.... 


https://estilo.uol.com.br/comportamento/noticias/redacao/2017/03/20/apos-descobrir-infidelidade-mulher-vende-todos-os-pertences-do-ex-namorado.htm?cmpid=fb-uolnot

Cinco formas de amar


Você alguma vez já reclamou daquele namorado ou marido que não ficava grudado em você o tempo todo, mas que ao mesmo tempo vivia trabalhando para manter as contas da casa em dia?
Você alguma vez já reclamou daquela namorada ou esposa que não fazia a comida que você gostava, mas que ao mesmo tempo adorava ficar pendurada no seu pescoço fazendo e pedindo carinho?
Então, deixa eu te contar uma coisa que me abriu os olhos recentemente:
  • Não é porque seu marido ou esposa não te dá tanto carinho como você acredita que seria o ideal que ele ou ela não gosta de você.
  • Não é porque a sua esposa ou marido não faz a comida que você gosta ou não cuide tanto da casa como você esperava que ela ou ele não gosta de você.
Existem cinco formas de comunicar o amor e infelizmente muitos relacionamentos acabam porque esperamos que a outra pessoa comunique o amor da mesma forma que nós.
  • Domingo de manhã e a pessoa que você gosta levanta da cama e vai para a cozinha fazer suco de laranja e cortar frutas para você fazer um café da manhã natural e gostoso.
Essa pessoa gosta de você, por mais que não fique te dando mil beijos ao acordar porque a maneira dela comunicar o amor é pelo servir e prover.
  • É sexta-feira à noite, você chega do trabalho e é recebido pela pessoa amada com um abraço na ponta da escada para você se sentir seguro e amado no seu lar.
Essa pessoa gosta de você, por mais que a casa esteja desarrumada e a comida por fazer porque a maneira dela comunicar o amor é pelo toque físico.
Perceber a forma como o seu companheiro ou companheira comunica o amor é um dos grandes presentes que a maturidade pode oferecer para o seu relacionamento.
Por vezes, criticamos e repreendemos a pessoa com quem estamos nos relacionando por pura falta de compreensão da forma como ela nos ama.
Cobramos, criticamos e ficamos cegos para todo o resto de comunicação amorosa que nos está sendo entregue por pura analfabetismo emocional.
  • A pessoa não ajuda em casa e não prepara o café da manhã para você, mas afirma o tempo todo que te ama, que gosta de você e que você é especial para ela.
  • A pessoa não te diz palavras de amor, mas o tempo que ela dedica para você, mesmo que pouco, é pleno e inteiro, sem interrupções.
  • A pessoa não fica tanto tempo com você, mas vira e mexe ela te dá pequenos presentes para deixar você mais feliz e sua vida material mais completa.
  • A pessoa não te dá presentes, mas independente de qualquer briga do dia anterior, ela levanta no outro dia ponto a mesa do café da manhã para você fazer seu desjejum.
  • A pessoa praticamente não arruma nada em casa, mas está sempre procurando você para te fazer mais e mais carinho, te dizer palavras de amor e se aconchegar em você.
Todo mundo aprende como dar e receber o amor um dia e o quanto antes você aprender isso, não vai precisar jogar fora uma história vivida só porque não compreendeu a forma que o outro transmitia o amor para você.
Se você está em um relacionamento hoje, vale à pena procurar no seu amor, quais são as formas dele ou dela comunicar seu carinho para você.
Porque pode ser que toda a sua raiva sobre a maneira como ele ou ela lida com você seja completamente ilógica já que através de outras atitudes o amor para você é revelado.
Bebi dessa sabedoria no livro “As Cinco Linguagens do Amor” de Gary Chapman que recomendo aos mais ávidos pelo assunto.
E sempre que leio ou falo sobre isso, me entristeço por esse tema que tanto influencia nossas vidas não estar presente na nossa formação como pessoas.

terça-feira, 21 de março de 2017

Ex-BBB Daniel recebe ligação de Ivete e mais artistas para não fechar asilo no Recife

terça-feira, 21 de março de 2017

À frente do asilo Associação Casa amor, no Recife, desde 1995, o ex-BBB Daniel Rolim vem há dois anos enfrentando dificuldades financeiras para manter a instituição. Ele estava decidido a fechar as portas da casa que abriga atualmente 13 idosas, mas um desabafo emocionado feito no Instagram no fim de semana (veja abaixo) informando a realidade do asilo mudou tudo. Destaque do "BBB 11", Daniel recebeu telefonemas de três artistas dispostas a salvar o abrigo: Elba Ramalho, Solange Almeida e Ivete Sangalo preparam um show beneficente em prol da casa já no próximo mês. Desde então, as lágrimas de Daniel passaram a ser de alegria.
"Postei o vídeo no sábado e passei o dia todo chorando. Só vim me recuperar quando recebi o telefone delas oferecendo ajuda. A Ivete me ligou à noite. Eu caí no chão da cozinha com as pernas moles e aos prantos. E ela disse: 'relaxe, bichinho, que vai dar tudo certo'", conta Daniel, feliz da vida. "Essa é a única saída que temos para não fecharmos as portas".
Segundo o ex-BBB, o abrigo tem capacidade para 25 idosos, mas apenas 13 vivem atualmente lá integralmente. Entre as dívidas da casa estão os salários atrasados dos treze funcionários que trabalham na instituição, além das contas de luz, água, gás e telefone.
Daniel Rolim posa com algumas senhoras

"A gente vem puxando as pernas já há uns dois anos. Mas agora é que f. mesmo. Mas, graças a Deus, de fome a gente não vai morrer. Quanto à questão da alimentação, de fraldas e medicamentos, a gente recebe bastante doações, tanto que a gente divide com outras instituições mais lascadas que a nossa. Só que o problema é pagar os 13 funcionários e os encargos sociais (INSS), e fora as contas de água, luz, telefone, gás... Eu estava realmente querendo fechar, desesperado, só que eu não tinha onde colocar as idosas sem família. A família delas somos nós aqui. Elas mesmas ficam bem tristinhas com tudo isso".
No sábado, Daniel usou o Instagram para falar da dificuldade em manter o asilo. Aos prantos, ele disse que não tinha outra saída a não ser fechar o abrigo. "O fardo está muito grande e, infelizmente, esse ano eu pretendo encerrar as atividades", disse ele



Leia mais: http://extra.globo.com/famosos/ex-bbb-daniel-recebe-ligacao-de-ivete-mais-artistas-para-nao-fechar-asilo-no-recife-21091922.html#ixzz4bzvxNd18