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sábado, 18 de junho de 2016

Conselho de mãe não falha! 10 ensinamentos que toda filha deve saber antes de casar!

sábado, 18 de junho de 2016

Estamos acostumadas a escutar os típicos: “Filha, leva o guarda-chuva!”,“Vê se me liga quando chegar”,”Pegou uma blusa”? Portanto, por experiência sabemos que “quase” sempre, conselho de mãe não falha!
Então recopilamos o máximo de sabedoria materna que podemos e resumimos nessas 10 coisas que toda mulher devia escutar antes de se casar:
1. Não se preocupe com quanto amor você recebe, mas sim com quanto amor você dá.
2. No amor, nem tudo são flores. Em vários momentos, você vai se perguntar se está no caminho correto.
3. Ame o seu parceiro e os seus filhos quando eles menos merecerem, pois esse será o momento que eles mais vão precisar.
4. A pessoa que realmente te ama vai sempre estar ao seu lado, não importa o quão estressante ou incômoda é a situação.
5. A vida é curta. Aproveite cada minuto, comece pelo o que é bom e deixe o ruim para o final!
6. Há uma razão para que duas pessoas estejam sempre juntas: porque elas dão um ao outro o que ninguém mais pode dar.
7. Bons relacionamentos não funcionam porque não têm problemas, mas porque ambos estão dispostos a resolver.
8. O amor significa cuidar um do outro, mesmo se você está com raiva ou não estiver passando por um bom momento.
9. Por uma vida mais leve e mais divertida, você tem que ser flexível. Lembre-se que a liberdade é o valor mais alto e se você não se sente livre, então não é amor.
10. É o amor que cura todas as feridas, não o tempo.
Fonte: zankyou.com

terça-feira, 31 de maio de 2016

4 atitudes que enfraquecem o vínculo emocional com seus filhos

terça-feira, 31 de maio de 2016

Ser pai, mãe, avô, avó e, além disso, um educador eficaz, não é fácil. Cada criança vem a este mundo com necessidades próprias que devemos saber atender, com virtudes a serem potencializadas e emoções que devem ser incentivadas, orientadas e desenvolvidas.
Educar não é apenas ensinar as crianças a ler ou mostrar como podem realizar seu trabalho de pesquisa para o colégio com o computador. Ser pai ou mãe não é presentear os filhos com um telefone celular em seu aniversário, nem assegurar-nos de que colocamos o cinto de segurança neles cada vez que entram no carro. É muito mais que tudo isso.
Contudo, em algumas situações, mesmo que conheçamos a teoria não a aplicamos na prática. Além de pais e mães, também somos casal, empregados, empresários ou pessoas que querem trocar de emprego e que, possivelmente, ainda querem atingir novos objetivos profissionais. Tudo isso ocorre concomitantemente em nosso cotidiano e, sem saber como, começamos a cometer erros na educação de nossos filhos.
Se você for pai, se lembrará de quando foi filho e saberá, sem dúvida, o que você mais valorizou – e ainda valoriza! – ou do que mais sentiu falta nos seus dias de infância. Se a sua infância não foi especialmente feliz, entenderá quais aspectos romperam este vínculo emocional com os seus pais, esses erros que não devem ser repetidos sob nenhuma hipótese com seus filhos.
Falemos sobre isso.
1 – Não os escutar
As crianças falam e também perguntam muito. Pegam você de surpresa com mil questionamentos, inúmeras dúvidas e centenas de comentários nos momentos mais inoportunos. Desejam saber, experimentar, querem compartilhar e desejam compreender tudo que acontece diante delas.
Tenha bastante claro que, se você mandar que fiquem quietas, se você as obrigar a ficar em silêncio, ou se não atender suas palavras, respondendo com severidade ou de forma rude, isso fará com que, no curto prazo, a criança deixe de se dirigir a você. E o fará privilegiando seus próprios espaços de solidão, atrás de uma porta fechada que não desejará que você cruze.
2 – Castigá-los, transmitindo-lhes falta de confiança
São muitos os pais que relacionam a palavra educação com punição, com proibição, com um autoritarismo firme e rígido em que tudo se impõe e qualquer erro é castigado. Este tipo de conduta educativa resulta em uma falta de autoestima muito clara na criança, uma insegurança e, ao mesmo tempo, uma ruptura do vínculo emocional com eles.
Se castigamos não ensinamos. Se me limito apenas a dizer para a criança tudo o que ela faz de errado, jamais saberá como fazer algo bem. Não dou a ela medidas ou estratégias, limito-me a humilhá-la. E tudo isso gerará nela raiva, rancor e insegurança. Evite sempre esta atitude.
3 – Compará-los ou rotulá-los
Poucas coisas podem ser mais destrutivas do que comparar um irmão ao outro ou uma criança a outra para ridicularizá-la, para dar a entender suas escassas aptidões, suas falhas, sua pouca iniciativa. En algumas ocasiões, um erro que muitos pais cometem é falar em voz alta diante das crianças como se elas não os escutassem.
“É que o meu filho não é tão inteligente como o seu, é mais lento, o que se pode fazer”. Expressões como estas são dolorosas e geram neles um sentimento negativo que causará não apenas ódio em relação aos pais, mas um sentimento interior de inferioridade.
4 – Gritar com eles e apoiar-se mais nas ordens do que nos argumentos
Não trataremos aqui de maus tratos físicos, pois acreditamos que não há pior forma de romper o vínculo emocional com uma criança do que cometer este ato imperdoável.
Mas temos de ser conscientes de que existem outros tipos de maus tratos implícitos, quase igualmente destrutivos. É o caso do abuso psicológico, esse no qual se arruína a personalidade da criança por completo, sua autoimagem e a confiança em si mesma.
Há pais e mães que não sabem dirigir-se de outra forma a seus filhos, sendo sempre através de gritos. Levantar a voz sem razão justificável provoca um estado de euforia e estresse contínuo nos filhos; eles não sabem em que se apoiar, não sabem se fizeram algo bom ou mau. Os gritos contínuos enfurecem e fazem mal, já que não há diálogos, apenas ordens e críticas.
Deve-se ter muito cuidado com estes aspectos básicos. O não escutar, o não falar e o não demonstrar abertura, compreensão ou sobrepor a sanção ao diálogo são modos de ir afastando aos poucos as crianças do nosso lado. Elas nos enxergarão como inimigos dos quais devem se defender e romperemos o vínculo emocional com eles.
Educar é uma aventura que dura a vida toda em que ninguém é um verdadeiro especialista. Contudo, basta apoiar-se nos pilares da compreensão, do carinho e em um apego saudável que proporcione a maturidade e a segurança nesta pessoa que é também parte de você.
Fonte indicada: A Mente é Maravilhosa

quinta-feira, 26 de maio de 2016

Eu não sou mãe, mas eu sou tia [...]

quinta-feira, 26 de maio de 2016


Quando a gente recebe a notícia que a melhor amiga ou irmã está grávida, nossa primeira reação é dizer "ah, mentira", "para de brincar", "é sério?". Em seguida a gente ri, sorri, chora e deseja parabéns. ´É uma felicidade sem tamanho, sem proporção, sem medida. Postamos foto no Facebook com a mão na barriga tamanho melancia, ajudamos nos preparativos do chá de bebê, aguardamos o grande dia. E quando o grande dia chega, estamos mais nervosas e ansiosas que a própria mãe. Afinal, ela já vem se preparando há nove meses. Nós, tias, não sabemos o que fazer ou falar, se não ficar na sala de espera e aguardar o momento de conhecer o anjinho que chegou na Terra. 
Dizem que amor de mãe é o maior amor que existe, que é incomparável e inexplicável. Bem, existe várias formas de amar. Não existe quem ama de mais, ou de menos. Amor de tia é puro como de uma avó, cuidadoso como de uma mãe e protetor como de um pai. Tia cria laço de amizade com o sobrinho, quer estar presente em cada novidade, se torna confidente de vida. Não sei como definir o amor de tia, é indescritível. É sorrir por tudo e chorar por nada e almejar que tenha uma vida trilhada no caminho da luz, que seja uma pessoa boa e faça sempre o bem, o resto é consequência que a vida se encarrega de colocar no caminho. Que saiba aproveitar as oportunidades, aprenda que não se morre de amor, que todo erro é um aprendizado, mas que é burrice repetir os mesmos erros e que não veja a sua mãe como uma velha chata por não te deixar sair à noite. Que saiba ser humilde, simples e cultivar suas amizades.

De início, tentamos ser tias presentes. Com direito a passeio, a banho, a dar mamadeira, colocar para nanar, só não trocar a fralda - isso deixamos com as mães. Mas a rotina vem com um tapa-na-cara-de-realidade e te lembra dos compromissos, das reuniões, do trabalho e etc. Quanto mais a distância, mais a saudade. Sorte das tias que estão presentes  nos primeiros passos sem que veja só por um vídeo postado,  presente na primeira queda do dente de leite e o seu primeiro dia na creche. Mas bem, se uma coisa que tia aprende é que distância não significa nada, que ser tia é muito mais que só presentes de aniversário e que não existe empecilho que nos faça ficar ausentes quando precisarem de nós, titias corujas e babonas. 


Ei sobrinho(a), não escute sua mãe quando ela dizer "não vai com a sua tia doida". Ela não entende minha forma de me comunicar com você, sequer as caretas. Eu não faço a menor ideia de como é ser mãe, de ser inteiramente responsável por uma vida, nem de como é passar a noite em claro cuidando de você e qualquer outra coisa que só mães fazem. O tempo não passa, voa. E caso eu não esteja perto de você, saiba que eu estou presente.  
Cá entre nós, segredo, sua mãe tem razão: Eu sou doida... Doida por você! 


Ana da Mata