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sexta-feira, 8 de setembro de 2017

‘Pisão no pé’ termina em casamento; o local? Dentro de um ônibus coletivo

sexta-feira, 8 de setembro de 2017

Muitos casais sonham em se casar na praia, em lugares com muito verde ou os mais tradicionais, na igreja mesmo. Mas você já se imaginou casando dentro de um ônibus? Não? Pois é, um casal lá de Maringá, no norte do Paraná, teve essa ideia. Eles realizaram a cerimônia de casamento dentro de um ônibus. A história de amor dos dois começou em 2009 quando eles pegavam o mesmo coletivo todas as manhãs.
O primeiro contato aconteceu de uma forma bem inusitada, o homem pisou no pé da jovem e precisou pedir desculpas. Essa foi a deixa para que ele falasse pela primeira vez com a futura esposa. E depois disso, o casal começou a conversar e trocar mensagens. Foram sete anos de namoro até a data do noivado.
Duas semanas antes do casamento, o noivo decidiu que iria recordar a forma com que se conheceram e levou um ônibus para cerimônia. Na ocasião, todos os convidados acompanharam tudo nos bancos. Como se cão bastasse toda a novidade, o tênis que a jovem usava e que foi pisado pelo noivo, foi deixado exposto em uma caixa, com uma mensagem relembrando o primeiro contato dos dois.

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Namorados: 10 perguntas que vocês precisam se fazer antes de casar!

quinta-feira, 14 de julho de 2016

Quando o Papa Francisco disse que uma grande parte dos casamentos sacramentais é nula, não foram poucos os católicos que admitiram já andar refletindo sobre essa mesma hipótese há muito tempo!
Trabalhando em aconselhamento familiar, entrevistando casais em crise e avaliando como e por que eles se casaram, é frequente perceber que, muitas vezes, marido e mulher consideraram o sacramento como uma simples bênção, mais como um costume social do que como uma realidade sobrenatural.
Diante da enorme quantidade de casamentos em crise, é o caso de nos perguntarmos se todos esses casais estão realmente “casados como Deus manda”. A resposta para a crise pode estar nisso mesmo, na falta de um entendimento real dos efeitos do sacramento para os cônjuges e para os filhos.
Além do desconhecimento do que é o matrimônio, outro problema generalizado que aparece entre as bases da crise matrimonial é o desconhecimento mútuo entre os cônjuges. Eles se casam porque estão apaixonados, e, quando a paixão se esvai, querem se “descasar”. Não sabem, simplesmente, o que fazer com essa relação que se tornou “estranha”.
Por tudo isso, juntamente com um denso reforço da catequese matrimonial prévia E posterior ao casamento, os esposo precisam de diálogo para prevenir e minimizar o risco dessas crises.
Nesses diálogos, há perguntas que precisam ser feitas com clareza antes do casamento – do contrário, o matrimônio poderia até ser nulo! Aqui vão 10 delas:
1. Compreendemos realmente o dom e o mistério do sacramento do matrimônio?
O matrimônio é um sacramento, ou seja, um sinal sensível e eficaz da graça. E qual é a graça própria do sacramento? O aperfeiçoamento dos cônjuges! Isso não quer dizer que o “foco” de um cônjuge seja aperfeiçoar o outro: quer dizer que cada cônjuge conta com a ajuda de uma graça especial de Deus, que é a graça própria do sacramento do matrimônio, para aperfeiçoar a si próprio em relação ao cônjuge. Todos querem se casar com seu par perfeito, mas muito poucos estão dispostos a se transformar no par perfeito para o seu cônjuge. Pois bem: é precisamente nisto que a graça sacramental ajuda!
2. Estamos realmente comprometidos?
O namoro é o tempo privilegiado de preparação próxima para o matrimônio. E essa preparação é para ser fiéis, amar e respeitar na saúde e na doença, na prosperidade e na adversidade, para sempre (ou, pelo menos, “até que a morte nos separe”). Esta vontade firme de assumir o compromisso para sempre deve ser tema de conversa obrigatória antes de se tomar a decisão de casar. Depois, quando vierem as dificuldades (e elas virão), haverá força para enfrentá-las graças ao alicerce firmado nessa primeira decisão: “Vamos superar, porque temos a determinação de perseverar em nosso matrimônio para sempre”.
3. Como está a nossa amizade?
Parece incrível, mas muito pouca gente vê o seu futuro cônjuge como “seu melhor amigo”. Há muitas ideias superficiais e infundadas sobre o suposto “risco” de que a amizade “apague a paixão”. Evidentemente, a amizade conjugal é um tipo especial de amizade, mas tem muitas características em comum com aquela amizade entendida em sentido “comum”: ela também precisa ser enriquecida todos os dias, cultivada mediante o diálogo, a atenção, a amabilidade, a confiança. E, depois do casamento, o cultivo dessa amizade conjugal tem que ser ainda mais intenso!
4. Quantos filhos queremos ter?
Tema crucial! E mais: como vamos educá-los? Como vamos formá-los na vida cristã? O que acontece caso não possamos ter filhos? Adotamos? Quantos? Essas perguntas também levam a outra igualmente essencial: a visão da sexualidade matrimonial.
5. Compreendemos a sexualidade dentro do matrimônio?
Pode ser um assunto difícil para alguns namorados antes do casamento, mas é fundamental! É preciso estudar, compreender e saber explicar os ensinamentos da Igreja a respeito da transmissão da vida. A série de catequeses de São João Paulo II que compõe a chamada “Teologia do Corpo” é extraordinária. Se não for possível conhecê-la a fundo, é necessário ao menos ler o que diz o Catecismo da Igreja Católica a respeito da sexualidade. Seu vínculo direto com a virtude da castidade também é algo essencial a ser entendido, pois é muito comum cair no erro de interpretar a castidade como ausência de uma sexualidade ativa: na verdade, a castidade é o modo cristão de orientar e viver a dimensão sexual humana, e não a negação do sexo. Esse entendimento é imprescindível para que não apenas se saiba esperar até o matrimônio a fim de exercer cristãmente a sexualidade conjugal, mas também para que se entenda como e para que esperar!
6. Como protegeremos o nosso matrimônio da infidelidade, da pornografia e das demais tentações relacionadas com a vivência da sexualidade?
A castidade conjugal pode e deve ser descoberta e cultivada antes do matrimônio, e falar dessas ameaças contra ela vai ajudar a prevenir e até a “blindar” o casamento. Vivemos em uma época hipersexualizada, que banaliza as relações afetivas e ataca o matrimônio com uma avalanche de pornografia da qual é praticamente impossível desviar-se por completo. O recurso frequente aos sacramentos e a conversa aberta e transparente como casal ajudam a enfrentar os ataques com menos risco.
7. Como lidar com as próprias famílias?
No Gênesis, nos Evangelhos e na Carta de São Paulo aos Efésios, a Bíblia repete esta ideia ao menos três vezes: “Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe e se unirá à sua mulher”. Mantendo sempre o devido respeito e carinho pelos pais e familiares, uma saudável e equilibrada distância é necessária para cimentar a paz conjugal. Não se trata, obviamente, de abandonar os pais, mas de proteger a intimidade do casal diante de eventuais intromissões.
8. E as finanças?
Este é outro tema que costuma ser delicado, mas que, por isso mesmo, é preciso abordar antes do casamento para evitar conflitos. Se os noivos pretendem viver um projeto em comum, é preciso traçar conjuntamente o que querem priorizar com seus recursos materiais. Os recursos que serão dedicados à família são da família, não de cada cônjuge: cada um, portanto, precisará renunciar a determinados hábitos da vida de solteiro.
9. Como vamos reagir quando tivermos discussões?
É importante conhecer o temperamento e o grau de autocontrole tanto próprio quanto do futuro cônjuge. É preciso saber quais são os “índices” de rancor, destempero, violência, capacidade de perdão… Os desacordos vão surgir quase indefectivelmente na vida de casados, e, para superá-los, os dois cônjuges têm de saber ceder, escutando e compreendendo o outro – e compreendendo também as circunstâncias que podem levar aos desentendimentos.
10. Como vamos viver a nossa vida de oração?
“Família que reza unida permanece unida”. O diálogo entre os cônjuges será tanto mais sólido quanto mais sólido for o seu diálogo com Deus, tanto pessoal quanto de casal. E é muito importante acostumar-se desde o namoro a conversar juntos com Deus. Quanto mais perto estiverem de Deus, mais perto os cônjuges ficarão um do outro. Ao se fomentar a vida de oração, a participação na Santa Missa e uma vida plena de integração na Igreja, a casa da nova família se transforma na “Igreja doméstica” em que os filhos consolidarão uma fé segura e forte – e os pais deles também!

VIA:ALATÉIA

sábado, 2 de julho de 2016

O marido deve sempre priorizar a esposa (principalmente nestas 5 situações)

sábado, 2 de julho de 2016

Sua esposa é sua rainha e merece toda sua atenção e fidelidade.
Não é novidade para ninguém a célebre frase “na alegria e na tristeza; na saúde e na doença; na riqueza e na pobreza” dita nos casamentos. É exatamente isso que os casais esperam que se torne real, ser a prioridade e companhia do outro em todos os momentos e circunstâncias.
Por uma série de motivos o cotidiano, com suas exigências, acaba pouco a pouco afastando o casal e tornando-os independente um do outro. Porém, isso não pode, nem deve, interferir nas reais prioridades de ambos.
Um casal realmente feliz prioriza um ao outro em todas as questões. O marido, apesar de todas as suas responsabilidades deve, sempre, priorizar sua esposa para que ambos possam viver felizes.
1. Priorizar sua esposa perante seus familiares
Nenhum familiar pode ser prioridade acima de sua esposa. Todo cuidado é pouco neste quesito. Você deve, sim, prestar auxílio a seus familiares quando necessário, mas antes de mais nada uma conversa franca com sua esposa precisa ser feita. Ambos devem decidir juntos qual o momento adequado para isso.
As necessidades de sua esposa são prioridades para você.
2. Priorizar sua esposa perante seus amigos
Sair com os amigos é divertido e pode ser um momento descontraído, no entanto, mais uma vez é importante lembrar que, após o casamento, é sua esposa que deve ter prioridade sobre seus amigos.

Decidam juntos os momentos dedicados aos amigos, quem sabe vocês não possam estar juntos nestes passeios?!

3. Priorizar sua esposa perante qualquer outra mulher
Nenhuma mulher deve ter prioridade sobre sua esposa. Nenhuma outra merece sua admiração, elogios, carinho ou tempo. Lembre-se que tudo isso é considerado infidelidade.
4. Priorizar o tempo com sua esposa perante o tempo com seus filhos
Sem dúvida alguma que o tempo junto de sua família é importante, porém o tempo prioritário é o tempo que você e sua esposa têm juntos. Esse deve ser priorizado em sua família.
5. Priorizar sua esposa perante seu tempo em redes sociais e internet
Nos tempos atuais é muito fácil passar horas em redes sociais reencontrando amigos e se divertindo, mas é preciso muita cautela para que o tempo que você passa nestes equipamentos não extrapole um limite adequado. Coloque limites e preserve o tempo que tem em casa junto de sua amada para dar atenção a ela essencialmente.
Sua esposa é sua rainha e deve ser tratada como tal a todo momento. Sem dúvida alguma toda essa dedicação, amor e companheirismo será refletido em seu relacionamento.

segunda-feira, 13 de junho de 2016

RELATO: "Me casei aos 20 e poucos"

segunda-feira, 13 de junho de 2016


Ainda é um absurdo para a maioria das pessoas quando digo que me casei aos 25 anos. Quase que unanimemente parece loucura desperdiçar minha juventude com responsabilidades e uma esposa a cuidar. Parece que a vida fora do casamento é mais atrativa para a maioria dos jovens.

Os jovens não se acham aptos a casar. Na verdade, os da minha idade querem somente conhecer o limite entre a intensidade de se viver o máximo sem perder a vida. E o casamento, nesse sentido, representa a castração moral da vida dos jovens. Claro, eles, nessa perspectiva querem passar longe da possibilidade de não descobrir até onde podem ir.

Parece que o casamento é para aqueles que não conseguem mais fugir das suas condições. O casamento é como um ladrão que lhe ameaça e leva tudo. É uma possibilidade para se adiar o máximo que conseguir. É como se a vida fosse uma estrada longa e tivesse que passar pelo casamento, mas no meio existe uma placa que diz: “Se possível, evite”.
Talvez seja mesmo uma loucura casar. Talvez eu tenha assistido muito filme woodyaliano, ou aquelas comédias picaretas que o mocinho tem de correr aeroporto adentro para impedir que sua grande amada pegue um avião e se mude para um país qualquer. Nunca acreditei nelas, mas achava razoável o sentimento de que o amor é uma oportunidade quase única.

No meu caso, foi bem mais fácil. Não teve corridas longas até o aeroporto. Foi uma questão de elevador. Explico. O Amor da minha vida morava bem perto. Para ser mais exato, no andar de baixo do apartamento onde morava. “Deve ser legal sua namorada morar no mesmo prédio que você, né?” 
Tínhamos sempre que ouvir esta pergunta. E respondíamos afoitos e irônicos: “Olha, não é uma experiência ruim não.”
Eu me casei. Cedo. Mas, peraí, cedo? Tem certeza? Na verdade, se analisarmos, aos 25 anos – metade do meio de um século – não é bem cedo. Quanto é a média de vida de um brasileiro homem hoje? 75 anos? Bem, pensando por este lado, 25 anos não é lá muito cedo.
Ficou preocupado? Ah, não precisa se desesperar. A menos que a única coisa que queira neste momento é continuar vivendo nos camarotes abarrocados de gente importante sem importância alguma para sua vida; se seu maior plano semanal ainda é continuar colocando os vestidos tubinho (a vácuo) e desfilar com a maquiagem impecável, sob seu salto alto em direção ao derradeiro sentido sem sentidos e mais nada… Ok, se esse for seu caso, eu perdoo, siga em frente, mas, definitivamente, não foi isso que quis para mim.

Tenho orgulho em dizer que a encontrei. Ela é linda. Na verdade, ela não sabe disso, mas é linda demais. Sem querer cometer o pecado da breguice, mas correndo o risco de ser considerado piegas, ela realmente me encanta em cada palavra e olhar que recebo.

Enquanto a maioria arrota pelos cantos “Liberdade, liberdade!” e continua no amontoado de solitários, eu prefiro gritar: “Casei. Casei cedo mesmo porque tive pressa em ser feliz junto com uma mulher que eu pudesse me entregar por completo!”
Você acha brega tudo isso, eu sei, mas eu acho brega esse seu jeito elegante e mentiroso de viver mentindo para si mesmo. Estamos quites, meu chapa!


VIA: SÁBIAS PALAVRAS

terça-feira, 24 de maio de 2016

COMO FAZER SEU CASAMENTO DURAR

terça-feira, 24 de maio de 2016

"A generosidade e a bondade são fundamentais dentro do casamento. Um gesto tão simples como responder às perguntas do dia a dia com agressividade ou generosidade pode afetar o futuro e a qualidade da relação.
 
Perguntas como: "Você viu aquela notícia?" podem ser a oportunidade para que um cônjuge demonstre mais interesse pelos gostos do outro, agindo com generosidade e bondade, o que leva a criar uma conexão maior entre eles.
 
Ignorar o que o outro disse, responder com rispidez, desinteresse ou indiferença podem mostrar muito mais que falta de tempo ou cansaço. Por isso, é preciso cuidar com esmero de todos estes detalhes."


"Assim, eles já não são dois, mas sim uma só carne. Portanto, o que Deus uniu, ninguém separe". 
Fonte: Aleteia

5 tipos de homens que as mulheres cristãs não devem se casar


Você merece o melhor pra você, não se conforme com pouco. Você é filha do Altíssimo, não se desespere se o amor da sua vida ainda não apareceu, não aceite se casar com qualquer um. Fizemos uma lista aqui com alguns tipos de homens que vocês devem evitar um relacionamento: 
1 - O Incrédulo: Aquele homem que não acredita em Deus, pode frustar a sua vida, mantenha se no caminho certo. Não seja corrompida por alguém que não acredita no nosso Senhor.

2 - O Mentiroso: Se você perceber que ao longo do tempo ele vem mentindo pra vocês constantemente, a dica é: Caia Fora, afinal a chances do seu casamento ser uma mentira é bem grande. 

3 - O Abusador: É aquele que tem instintos de te explorar, seja nos afazeres domésticos, seja em alguma discussão, tenha bastante cuidado e pensa muito bem antes de manter um relacionamento sério com esse tipo de pessoa,
4 - O Caloteiro: O homem que deve todo mundo não pode ser um bom partido pra você, é preciso avaliar isso também. Ter dificuldades financeiras na vida é normal para todos, entretanto, passar a vida toda devendo é um tanto quanto estranho. Abra o olho.

5 - O Acomodado: É aquele que não se preocupa em arrumar um trabalho, que não tem vontade de crescer na vida e se bobear vai viver as suas custas, você merece alguém que lute e mantenha o foco para criar uma estrutura de vida junto com você.

É isso mulheres, espero que vocês tenham gostado, fiquem com Deus. Se tiver mais algum, comente aqui abaixo.